﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>INSTITUTO CRISTINA MARTINS</title>
	<atom:link href="http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog</link>
	<description>BLOG</description>
	<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 21:15:31 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Cristina Martins expõe sobre nutrição de pacientes em diálise durante congresso internacional de pediatria</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=196</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=196#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 21:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=196</guid>
		<description><![CDATA[


 
 
Nesta segunda-feira (30/08), a nutricionista Cristina Martins realizou a conferência “Terapia de Reposição Renal - Implicações Nutricionais”. O evento fez parte da programação do III Congresso Internacional de Especialidades Pediátricas, que teve início no dia 28 de agosto e acontece até amanhã. Promovido pelo Hospital Pequeno Príncipe, o Congresso é realizado no Estação Convention Center, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial;"></span></div>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Nesta segunda-feira (30/08), a nutricionista Cristina Martins realizou a conferência “Terapia de Reposição Renal - Implicações Nutricionais”. O evento fez parte da programação do III Congresso Internacional de Especialidades Pediátricas, que teve início no dia 28 de agosto e acontece até amanhã. Promovido pelo Hospital Pequeno Príncipe, o Congresso é realizado no Estação Convention Center, em Curitiba. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Durante sua participação no evento, Martins destacou toda a problemática que tem consequência nutricional no paciente que faz diálise. Ela aproveitou a oportunidade para abordar questões relacionadas ao alto nível de catabolismo corporal, uma situação comum entre pacientes com doenças renais que passam por procedimento dialítico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">“Essa condição implica em uma maior necessidade de aporte de proteína”, diz. Segundo a nutricionista, o catabolismo proteico acontece devido a vários fatores. Entre eles, está a perda de aminoácidos e proteínas, por parte do paciente, durante a diálise. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">“Entre os fatores que levam ao catabolismo proteico, também estão a acidose metabólica, que é comum em pacientes que apresentam perda de função renal, e a alta prevalência de inflamação crônica que atinge esses pacientes&#8221;, explica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Martins aproveitou a conferência para alertar sobre outros fatores que dificultam a manutenção do estado nutricional dos pacientes com doenças renais. Entre eles, ela citou a necessidade de restringir o acesso a certos nutrientes, como o potássio, o fósforo e o líquido. “Isso torna a dieta mais difícil de ser praticada”, acrescenta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Ela ainda lembrou os participantes da conferência que, além das condições físicas, os pacientes com doenças renais ainda apresentam aspectos psicológicos que devem ser devidamente observados durante o acompanhamento nutricional deles. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">“É comum esses pacientes apresentarem, por exemplo, um quadro de depressão. E quem está deprimido tende a não querer se alimentar. Por isso, é necessário, para a manutenção do estado nutricional do paciente em diálise, considerar mais esse aspecto”, conclui. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><em>Por André Franco</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=196</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Blooming e Instituto Cristina Martins lançam Concurso Cultural</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=193</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=193#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 19:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=193</guid>
		<description><![CDATA[Nosso objetivo não é ver pessoas dentro dos padrões de beleza impostos pela mídia, mas buscamos incentivar hábitos de vida saudáveis. É nessa visão que pautamos nosso conteúdo e lançamos com o Instituto Cristiana Martins o nosso primeiro Concurso Cultural: O que é comer bem pra você?
            Todos os leitores podem participar, basta enviar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso objetivo não é ver pessoas dentro dos padrões de beleza impostos pela mídia, mas buscamos incentivar hábitos de vida saudáveis. É nessa visão que pautamos nosso conteúdo e lançamos com o Instituto Cristiana Martins o nosso primeiro Concurso Cultural: O que é comer bem pra você?</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; color: black; font-size: small;"><span style="color: black; font-size: 12pt;">            Todos os leitores podem participar, basta enviar para o e-mail da redação (<a href="mailto:contato@revistablooming.com.br">contato@revistablooming.com.br</a>) a resposta para essa pergunta. As 10 melhores respostas vão ganhar a participação gratuita no programa Motiva Ação terão suas frases publicadas na próxima edição da Blooming.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; color: black; font-size: small;"><span style="color: black; font-size: 12pt;">            “A revista tem uma riqueza de conteúdo que nos surpreendeu. Usa de uma forma leve e gostosa para tratar de assuntos que realmente podem fazer diferença na vida dos leitores. Essa é a primeira vez que o Instituto faz uma parceria como esta e queremos promover essa mudança comportamental juntos”, destaca </span></span>Simone Fila,<br />
Gerente de Negócios em Marketing do Instituto.<span style="color: black;"><span style="color: black;"></span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-size: 12pt; font-weight: bold;">* A participação no concurso se encerra no dia 5 de junho de 2010 </span></span></strong></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-size: 12pt; font-weight: bold;"></span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=193</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Instituto Cristina Martins recebe estudantes de Ponta Grossa</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=181</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=181#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 20:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=181</guid>
		<description><![CDATA[
 
Surpresa em saber o quanto a área da nutrição é ampla e diversificada para profissionais que desejam inovar e empreender. Foi o que marcou a visita dos estudantes do quinto período de nutrição do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (Cescage), de Ponta Grossa, à sede do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Surpresa em saber o quanto a área da nutrição é ampla e diversificada para profissionais que desejam inovar e empreender. Foi o que marcou a visita dos estudantes do quinto período de nutrição do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (Cescage), de Ponta Grossa, à sede do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde, em Curitiba, no dia 31 de março. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Nas perguntas, questionamentos e dúvidas dos visitantes, ficou evidente a curiosidade de quem está nas primeiras lições e deseja conhecer mais sobre a profissão que, recentemente, resolveu abraçar. É o caso da estudante Ana Cláudia Tavares. Ao afirmar que a visita superou suas expectativas, ela demonstrou satisfação ao saber da importância do nutricionista na vida das pessoas.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">“Pude constatar, ainda mais, o quanto o profissional de nutrição é importante para a sociedade. Como os conhecimentos de um nutricionista são necessários na alimentação dos pacientes e na melhoria da qualidade de vida deles”, afirma. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Entre os planos de Ana Cláudia, está a especialização em oncologia. Ela sonha em lidar com pacientes que, pelo seu estado de debilidade física, poderão ser fortalecidos com as atividades desenvolvidas por ela. “Quero atuar diretamente com pessoas que necessitam de uma nutrição especial, como os doentes crônicos. Quero ajudá-los o máximo que puder”, diz. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Já a estudante Michelle Tsukada fez questão de afirmar que a visita serviu para mostrar que o nutricionista não serve apenas para prescrever dietas e oferecer regimes. “O trabalho do nutricionista é muito mais que isso”, ressalta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Ao obter informações sobre os cursos online oferecidos pelo Instituto, Michelle aprovou a metodologia usada. “Já fiz cursos online. E posso dizer que eles exigem muito mais do que os presenciais. Além disso, o aluno tem a oportunidade de trocar experiências e tirar dúvidas de forma bem interativa. Com isso, o aproveitamento é maior”, afirma. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: Arial;">Projeto</span></strong><span style="font-family: Arial;"> – A professora do Cescage, nutricionista Scheila Karan, informou que a visita dos estudantes ao Instituto serviu para que tivessem um maior contato com profissionais de nutrição e conhecessem outras experiências na área. “É importante que eles saiam da sala de aula e visualizem um futuro promissor, com base nas realidades já existentes”, diz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Karan ainda lembrou que a visita veio de encontro à necessidade do grupo em conhecer mais sobre a educação nutricional. Já que os estudantes desenvolvem um projeto de orientação nutricional e reeducação alimentar online, voltado para crianças e adolescentes, entre 10 e 17 anos, de escolas da rede pública de ensino de Ponta Grossa. “E como o Instituto é referência em educação na área da saúde, eles tiveram uma grande oportunidade de aprender mais a respeito”, conclui.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em>Por André Franco</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=181</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Instituto Cristina Martins ensina terapias nutricionais enteral e parenteral em pediatria</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=178</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=178#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 19:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=178</guid>
		<description><![CDATA[ 
Novamente, o Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde enfatiza a saúde e os cuidados nutricionais que se deve ter com crianças e adolescentes enfermos. De um lado, conhecimento e experiência de profissionais especializados na avaliação e terapias nutricionais em pediatria. Do outro, o interesse daqueles que não medem esforços para se aperfeiçoar cada vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Novamente, o Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde enfatiza a saúde e os cuidados nutricionais que se deve ter com crianças e adolescentes enfermos. De um lado, conhecimento e experiência de profissionais especializados na avaliação e terapias nutricionais em pediatria. Do outro, o interesse daqueles que não medem esforços para se aperfeiçoar cada vez mais nessa área da nutrição. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Do dia 10 de março até 25 de abril, profissionais e estudantes da área da saúde têm a chance de participar do curso online Terapia Nutricional Enteral e Parenteral em Pediatria. O objetivo é capacitar melhor as pessoas que, na vida profissional, precisam conhecer bem a avaliação e essas terapias nutricionais da mais tenra idade até a adolescência.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Segundo a tutora e co-autora do curso, nutricionista Karla Pustilnick, a avaliação do estado nutricional de crianças e adolescentes e as terapias enteral e parenteral requerem conhecimentos mais detalhados e específicos. “O profissional que atua em pediatria e clínica hospitalar reconhece o quanto é necessário estar bem capacitado para os desafios dessa área. A atuação em pediatria exige um conhecimento bastante específico. É o que oferecemos nesse curso”, diz.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Para que a avaliação do estado nutricional seja completamente abordada, o aprendizado é oferecido em duas etapas. Primeiramente, os alunos focam suas atenções na realidade de crianças recém-nascidas até o primeiro ano de vida. Num outro momento, é a vez de aprenderem mais sobre a avaliação nutricional de crianças a partir de um ano de idade até a adolescência. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Quanto à terapia nutricional enteral, os alunos aprendem desde como saber qual o melhor momento para iniciar essa nutrição em crianças até como identificar as fórmulas lácteas e dietas, administradas por sonda, disponíveis para esses pacientes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Entre os conhecimentos oferecidos, estão a descrição do procedimento padrão no momento de instalar a nutrição enteral mínima em bebês prematuros e informações que ajudam o profissional a reconhecer as qualidades e limitações do uso de leite humano na terapia nutricional de recém-nascidos prematuros, que apresentam baixo peso.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Em relação à terapia parenteral, os alunos aprendem a identificar as vias de acesso venoso para administração dessa nutrição em crianças e </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">a reconhecer as opções de métodos de infusão da nutrição parenteral pediátrica. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Além de outras técnicas e conteúdos oferecidos, o participante tem a oportunidade de aprender sobre as principais complicações relacionadas à nutrição parenteral em criança e como preveni-las. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Por André Franco</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=178</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Instituto Cristina Martins dinamiza comunicação com clientes por meio de atendimento online</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=170</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=170#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 18:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=170</guid>
		<description><![CDATA[ 
Estar em dia com os avanços tecnológicos nas áreas de informática e comunicação. Este desafio é uma constante nas metas do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde. Assim, a instituição não mede esforços para inovar sempre e, com isso, oferecer produtos e serviços da melhor qualidade.
 
Desta vez, a novidade é a implantação do serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Estar em dia com os avanços tecnológicos nas áreas de informática e comunicação. Este desafio é uma constante nas metas do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde. Assim, a instituição não mede esforços para inovar sempre e, com isso, oferecer produtos e serviços da melhor qualidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Desta vez, a novidade é a implantação do serviço de atendimento online. Desenvolvido para facilitar o contato de clientes e demais interessados junto ao Instituto, o serviço também serve como ferramenta para dinamizar a comunicação entre o público e os profissionais da instituição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Para a gerente de Negócios e Marketing do Instituto, Simone Fila, a iniciativa garante uma maior comodidade aos visitantes da página da empresa na internet, que desejam informações mais específicas sobre os vários assuntos relacionados às atividades desenvolvidas pelo Instituto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Caso tenha alguma dúvida, quem visita a página pode acionar o atendimento online e ser, rapidamente, atendido. Para isso, temos atendentes responsáveis por esse serviço, que garantem agilidade e qualidade no atendimento”, afirma.<span style="mso-spacerun: yes;">   </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial;">Interatividade</span></strong><span style="font-family: Arial;"> - Proporcionar uma maior interatividade entre os profissionais da Instituição e as pessoas que acessam a página do Instituto foi outra razão que levou a empresa a oferecer o serviço online. Segundo Fila, a tecnologia aproxima o atendente do interessado e vice-versa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“A pessoa que se interessa por nosso trabalho e precisa de mais informações a respeito, pode entrar em contato conosco que é atendida de uma maneira bastante profissional e informal. É a oportunidade para trocar experiências e conhecermos mais a opinião e o interesse de quem nos procura. Essa interatividade é maior justamente porque o atendimento é individual”, comenta. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Fila lembra que muitas pessoas acessam o serviço porque querem saber mais a respeito de algum assunto que foi abordado numa das matérias jornalísticas que são veiculadas na página da empresa na internet. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Outras desejam tirar dúvidas sobre os cursos online que oferecemos ou saber mais sobre como adquirir outros produtos que disponibilizamos”, explica a gerente.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"><em>Por André Franco</em></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=170</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Estudantes de nutrição visitam Instituto Cristina Martins</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=166</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=166#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 17:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=166</guid>
		<description><![CDATA[ 
Conhecer, pessoalmente, uma empresa que é referência em educação na área da saúde. Este foi o objetivo dos estudantes de nutrição do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (Cescage), situado em Ponta Grossa. No dia 02 de dezembro, eles visitaram a sede do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde, em Curitiba.
 
Durante a visita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;">Conhecer, pessoalmente, uma empresa que é referência em educação na área da saúde. Este foi o objetivo dos estudantes de nutrição do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (Cescage), situado em Ponta Grossa. No dia 02 de dezembro, eles visitaram a sede do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde, em Curitiba.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;">Durante a visita técnica, a professora Lorene Yassin Anzuategui destacou a oportunidade de oferecer aos alunos experiências fora da sala de aula, que contribuem positivamente para seus conhecimentos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;">Segundo ela, o contato do aluno com o mercado de trabalho possibilita o acesso a informações e esclarecimentos que o ajudam a definir o caminho que deverá seguir em sua carreira enquanto futuro profissional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;">Ao afirmar que o Instituto Cristina Martins é referência no Brasil, Anzuategui lembrou que a instituição serve de modelo quanto à atuação do nutricionista. Para ela, conhecê-lo é ficar diante de várias iniciativas que podem ser desenvolvidas na área, como marketing em nutrição, educação e empreendedorismo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;">“O Instituto reúne tudo isso e muito mais. Por isso, é único. E serve para engrandecer a profissão de nutricionista. Principalmente, pelo fato de ter, como diretora, uma pessoa que é referência nacional em nutrição”, disse. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><em>Por André Franco</em></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=166</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Doença renal crônica é destaque em congresso brasileiro de nutrição</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=162</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=162#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 13:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=162</guid>
		<description><![CDATA[ 
Para compreender a síndrome MIA, é preciso entender que uma das principais causas de mortalidade dos pacientes renais crônicos é a cardiovascular. A afirmação foi feita pela nutricionista Cristina Martins nesta segunda-feira (30), em Natal (RN), onde participa do XVIII Congresso Brasileiro de Nutrição Parenteral e Enteral. O evento começou nesse domingo (29) e vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Para compreender a síndrome MIA, é preciso entender que uma das principais causas de mortalidade dos pacientes renais crônicos é a cardiovascular. A afirmação foi feita pela nutricionista Cristina Martins nesta segunda-feira (30), em Natal (RN), onde participa do XVIII Congresso Brasileiro de Nutrição Parenteral e Enteral. O evento começou nesse domingo (29) e vai até 02 de dezembro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Em sua palestra “Nutrição clínica: MIA (má nutrição, inflamação, aterosclerose), Martins esclareceu que os problemas cardiovasculares estão relacionados, principalmente, à aterosclerose. E que há causas diferentes para a ocorrência dessa doença inflamatória naqueles pacientes. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“O processo inflamatório e a má nutrição são bem estabelecidos como causas importantes da aterosclerose e, portanto, da alta taxa de mortalidade dos pacientes. Por isso, a tríade ficou conhecida como síndrome MIA”, explicou.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A diretora do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde, com sede em Curitiba (PR), ainda afirmou que a má nutrição é um problema comum do paciente renal crônico. Segundo ela, as causas da má nutrição são muitas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“A baixa ingestão alimentar por motivos psicológicos, como a depressão, é uma causa importante. Porém, existem situações vividas no dia-a-dia, como o sangue em contato com membranas dialíticas, que podem conduzir a um quadro inflamatório crônico. E isso, além de ser de difícil controle, afeta diretamente o estado nutricional do indivíduo”, informou. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Ao comentar sobre a gravidade do processo inflamatório em pacientes renais crônicos, Martins afirmou que, ainda, pouco se sabe sobre todos os cuidados que podem eliminá-lo ou controlá-lo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Nosso grupo da Fundação Pró-Renal Brasil, liderado pelo nefrologista Miguel Carlos Riella, em parceria com o Karolinska Institutet, da Suécia, é um dos que mais estuda a inflamação de pacientes renais crônicos no mundo. Na área da nutrição, sabemos que melhorar o estado nutricional como um todo é, sem dúvidas, prioridade no tratamento do problema”, disse.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Segundo ela, outras intervenções, embora com estudos ainda pequenos, são a suplementação do tocoferol e do ômega-3, presente nos óleos de peixe, e o uso da soja. “Esperamos que, num futuro próximo, e com os avanços da tecnologia e das pesquisas, o problema seja coisa do passado. E a vida de nossos pacientes possa ser prolongada”, afirmou.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial;">Doença</span></strong><span style="font-family: Arial;"> - No segundo dia do Congresso, Martins também proferiu a palestra “Nutrição na progressão da doença renal crônica”.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Na ocasião, ela lembrou que a doença é composta por vários estágios. “Antes da necessidade de diálise ou transplante, o indivíduo pode evoluir lentamente nos estágios, durante décadas. Ou a evolução pode ser rápida. Desde o Estágio 1, que é o risco para o desenvolvimento da doença, a nutrição tem papel importante”, esclareceu.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">De acordo com a nutricionista, está bem claro que a obesidade, relacionada à hipertensão, à perda de proteínas na urina, ao diabetes e à dislipidemia, é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença. “Porém, depois do problema instalado, estudos mais recentes mostram que a obesidade, embora possa ser fator importante para a progressão da doença, está inversamente relacionada à mortalidade dos pacientes. E, o pior: a perda de peso, mesmo para aqueles com excesso, aumenta significativamente o risco de morte”, afirmou.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Martins também explicou que o manejo do peso dos pacientes renais crônicos, durante a fase não dialítica, é um grande dilema para os profissionais da área. “Nesse momento, a maior discussão é em relação à conduta de indicar, ou não, a perda de peso para um paciente obeso. Se continuar obeso, poderá manter fatores de risco para a progressão mais rápida da doença. Mas se perder peso, aumentam as suas chances de morrer antes”, disse. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Para ela, a opção pela preservação da vida parece ser a mais adequada. Ou seja, concentrar esforços para manter o paciente no peso em que ele se encontra, sem tentativas voluntárias de perda. Porém, outros tratamentos associados são essenciais, como o uso de medicamentos anti-hipertensivos e um estilo de vida mais fisicamente ativo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A nutricionista também abordou o papel da ingestão proteica na progressão da doença renal crônica. Foram mostrados estudos sobre a influência da quantidade e da qualidade das proteínas ingeridas na progressão da doença.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“O ideal é que a ingestão proteica seja baixa. Resultados de estudos, publicados pela Fundação Pró-Renal Brasil, concluem que a carne vermelha é a que mais afeta a função renal. Já a soja é o tipo de proteína melhor indicado, porém ainda dentro de quantidades recomendadas e controladas”, acrescentou.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">No final, a nutricionista apresentou uma proposta de Pirâmide de Alimentos adaptada às recomendações nutricionais de pacientes renais crônicos na fase não dialítica da doença.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><em>Por André Franco</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=162</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Prevenção ainda é o melhor caminho</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=158</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=158#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=158</guid>
		<description><![CDATA[
Mais vale prevenir do que remediar. Quando o assunto é saúde, o velho ditado continua mais atual do que nunca. Hoje em dia, profissionais da área de saúde alertam sobre os riscos que a falta de informação, o descuido e os abusos podem representar. A prevenção ainda é a única opção nos casos em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"></span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Mais vale prevenir do que remediar. Quando o assunto é saúde, o velho ditado continua mais atual do que nunca. Hoje em dia, profissionais da área de saúde alertam sobre os riscos que a falta de informação, o descuido e os abusos podem representar. A prevenção ainda é a única opção nos casos em que a doença não tem cura. Ou seja, prevenir continua sendo o melhor remédio. </span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Nesta semana, o Instituto Nacional de Câncer (Inca), por exemplo, divulgou que, no próximo ano, haverá cerca de 490 mil novos casos da doença no Brasil. Para especialistas, essa incidência poderia ser menor se fossem tomadas medidas preventivas.</span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A nutricionista Cristina Martins informa que a prevenção está intimamente ligada à mudança de comportamento. “É sabido que grande parte das doenças é desenvolvida em decorrência de hábitos nada saudáveis que, ao longo dos anos, foram uma constante na vida de uma pessoa. Vários tipos de câncer e outras doenças são resultados do modo de vida que um indivíduo leva. Por isso, ao defendermos a prevenção, devemos reforçar a importância da mudança comportamental para melhor”, diz. </span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Segundo a nutricionista, que é diretora geral do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde, com sede em Curitiba, uma mudança comportamental que visa uma vida de melhor qualidade deve ter, como base, a prática de uma alimentação saudável e de exercícios físicos.</span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>“A alimentação desregrada e o sedentarismo são os grandes vilões. Precisam ser combatidos por meio de práticas saudáveis. Hoje, todos sabem a importância de uma alimentação equilibrada e da prática de atividades físicas fazerem parte da rotina das pessoas”, afirma.</span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial;">Alternativa</span></strong><span style="font-family: Arial;"> – Desenvolvido pelo Instituto, o Programa Motiva Ação é uma alternativa para quem opta por mais saúde. Ao estimular as pessoas a mudarem o estilo de vida, o Programa incentiva a adoção de hábitos mais saudáveis por meio da alimentação e exercícios físicos.</span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Totalmente online, o Motiva Ação é um programa corporativo. É dirigido a funcionários de empresas e seus familiares. Durante 12 semanas, os participantes recebem informações, dicas e todo um conteúdo voltado para uma mudança que traga benefícios às pessoas.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial;">Aquisição</span></strong><span style="font-family: Arial;"> – A fim de facilitar o acesso ao Programa, o Instituto oferece às empresas interessadas várias maneiras de adquiri-lo. O Motiva Ação pode ser adquirido diretamente por uma empresa, que o disponibiliza a seus funcionários e familiares. Neste caso, o investimento é todo feito pela empresa contratante. </span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Uma outra opção é a empresa adquirir o Programa, em parceria com seus funcionários. Com isso, os custos são divididos entre ambos. Caso o funcionário queira, ele também poderá ter acesso ao Motiva Ação por conta própria. Neste caso, ele é o responsável pelo custo. </span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><em>Por André Franco</em></span></span></p>
<p style="line-height: 12.75pt;"><span style="font-family: Arial;"></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=158</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Treinamento em nutrição para doentes renais inova ao reunir aulas online e presenciais</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=151</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=151#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=151</guid>
		<description><![CDATA[ 
O melhor da educação tradicional somado ao que há de mais avançado do ensino online. No desafio de levar conhecimentos, informações e uma sólida formação a nutricionistas interessados na nutrição para doentes renais, o Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde oferece o Treinamento em Serviço em Nutrição Renal.
 
Por meio da parceira com a Fundação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">O melhor da educação tradicional somado ao que há de mais avançado do ensino online. No desafio de levar conhecimentos, informações e uma sólida formação a nutricionistas interessados na nutrição para doentes renais, o Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde oferece o Treinamento em Serviço em Nutrição Renal.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">Por meio da parceira com a Fundação Pró-Renal Brasil e a Clínica de Doenças Renais de Curitiba, o Instituto inova ao disponibilizar o primeiro treinamento realizado no País em que as aulas ocorrem, simultaneamente, de forma presencial e online. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">Ao todo, são 640 horas de treinamento. O ensino online ocupa 50% desse período. Por meio dele, os participantes têm acesso a informações e atividades que enriquecem seu aprendizado. Segundo a coordenadora do treinamento, nutricionista Cristina Martins, todo o conteúdo é resultado de anos de experiência e estudos. “A tecnologia online vem facilitar o acesso a essas informações”, diz. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">A parte presencial ocupa a outra metade do período. Nela, são oferecidos aulas e discussões teóricas, apresentação de artigos científicos, estudo de casos e acompanhamento do atendimento nutricional das diversas modalidades da doença renal, como hemodiálise, diálise peritoneal, tratamento não dialítico e transplante renal. Também, o ambulatório de nefrologia da Fundação Pró-Renal oferece oportunidade para o atendimento da síndrome nefrótica e de várias outras condições relevantes para a nutrição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;">Realidade</span></strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"> – Martins destaca que o treinamento possibilita vivências práticas que reforçam a aprendizagem. Segundo ela, os alunos têm a chance de conhecer, de perto, a realidade dos pacientes renais e aprender o que deve ser feito para melhorar a qualidade de vida deles. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">“Um profissional que decide trabalhar com pacientes renais, geralmente, depara-se com situações em que a tomada de decisão é relevante. Durante o treinamento, ele vivencia ocasiões em que tomar uma decisão faz a diferença”, diz. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">A compreensão da realidade dos pacientes é facilitada com o acompanhamento do cotidiano da Fundação Pró-Renal e da Clínica de Doenças Renais. “Esse contato com a realidade é fundamental para o desenvolvimento profissional dos alunos”, acrescenta.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">O acesso a situações reais é resultado dos esforços das instituições parceiras em aproximar a teoria da prática. Com o envolvimento direto de oito nutricionistas especializados em nutrição de pacientes com doença renal, essa aproximação é eficiente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">Para a responsável pela parte prática do treinamento, nutricionista Sheila Karam, aproximar o teórico do prático facilita o aprendizado. “O aluno permanece com o profissional durante toda a prática da avaliação. O mesmo acontece no acompanhamento nutricional. Isso faz o aluno compreender melhor a conduta tomada pelo profissional. A prática também serve para mostrar a importância do relacionamento interpessoal, ou seja, entre os membros da equipe multiprofissional”, afirma. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">A ideia de criar o treinamento surgiu 15 anos atrás. Durante um programa de estágio, os alunos demonstravam interesse pelo embasamento teórico que os auxiliasse na compreensão das tomadas de decisão. Ao mesmo tempo, os alunos dos cursos teóricos queriam conhecer a prática de atendimento dos pacientes com doenças renais e a rotina dos nutricionistas numa unidade de diálise. ”O treinamento conciliou ambos interesses. Unindo a prática à teoria, inovamos e contribuímos para a melhoria do ensino“, lembra.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;">Programação</span></strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"> – Os conteúdos oferecidos no Treinamento em Serviço em Nutrição Renal chamam a atenção pela abrangência. De acordo com a programação, o aprendizado vai desde o treinamento do protocolo do serviço de nutrição até a participação no Projeto de Educação Continuada para Pacientes Renais. Nele, são abordados vários temas de interesse e os alunos têm a oportunidade de acompanhar, pelo Dialsist, que é o sistema informatizado de dados, toda a história, a prescrição e a evolução do paciente. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">“Isso tudo com a supervisão das nutricionistas preceptoras. Durante todo o treinamento, o aluno está em contato com a sua preceptora, que é a nutricionista responsável pelo atendimento no local. Isto facilita a troca de experiências e o esclarecimento de dúvidas ao mesmo tempo”, comenta Karam. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">Durante o treinamento, o aluno recebe todos os conteúdos necessários a sua capacitação na área de terapia nutricional em pacientes renais. “Ele tem a chance de conhecer e compreender os diversos estágios da doença renal”, completa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;">Aprovação</span></strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"> - A complexidade dos pacientes renais, geralmente, causa receio aos profissionais que não estão habituados a acompanhá-los. Essa insegurança é ainda maior no profissional que não recebeu informações necessárias sobre esse público durante a sua formação profissional.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>É o caso da nutricionista Mayara Natacha Cesca Redana.<span style="mso-spacerun: yes;">    </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">“Nunca trabalhei com paciente renal. Tive apenas uma breve experiência num estágio obrigatório durante a faculdade. Ao perceber a falta de instrução e a carência dos professores e outros profissionais ao lidarem com esse público, tive o interesse de aprender mais sobre a nutrição renal”, explica.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">Como aluna do treinamento, Redana aprova a iniciativa. Ela ressalta o preparo dos profissionais, como também, as vantagens oferecidas pelo ensino online. ”Essa tecnologia faz com que o estudo fique mais interessante. Além de permitir que o aluno acesse os conteúdos no horário que achar melhor”, diz. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;">Quanto aos benefícios para a sua carreira, a aluna vê no treinamento a possibilidade de se qualificar e adquirir mais confiança para lidar com pacientes renais. “O treinamento é fundamental para minha aprovação no mercado de trabalho. A ética e o profissionalismo das pessoas com que convivemos, durante o treinamento, demonstram que todo esse esforço vai valer a pena”, conclui. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"><em>Por André Franco</em></span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=151</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Controle de fósforo em pacientes renais é destaque em congresso regional</title>
		<link>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=143</link>
		<comments>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=143#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>instituto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?p=143</guid>
		<description><![CDATA[ 
Os principais problemas causados pelo excesso de fósforo no sangue, a importância de controlá-lo e o que pode ser feito para amenizar os efeitos desse micronutriente no organismo dos pacientes com doença renal em diálise. 
 
Esses foram alguns dos temas tratados na miniconferência “Controle Dietético do Fósforo em Terapias Dialíticas”, realizada pela nutricionista Cristina Martins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Os principais problemas causados pelo excesso de fósforo no sangue, a importância de controlá-lo e o que pode ser feito para amenizar os efeitos desse micronutriente no organismo dos pacientes com doença renal em diálise. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Esses foram alguns dos temas tratados na miniconferência “Controle Dietético do Fósforo em Terapias Dialíticas”, realizada pela nutricionista Cristina Martins durante o III Congresso Sul Brasileiro de Nefrologia, que aconteceu em Blumenau (SC) entre os dias 22 e 24 de outubro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Durante o evento, a diretora geral do Instituto Cristina Martins de Educação em Saúde destacou que, já no início da doença renal crônica, os pacientes apresentam deficiência da vitamina D, que é ativada pelos rins normais. “Ao mesmo tempo, com a diminuição da função renal, ocorre o acúmulo de fósforo no sangue. Esses problemas podem levar a uma consequência que aumenta, significativamente, o risco de morte dos pacientes. É o hiperparatireoidismo secundário”, explica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A doença causa vários problemas ao paciente, como disfunções cardiovasculares, endócrinas, nervosas imunológicas e cutâneas. Além de contribuir para o aparecimento da osteodisfrofia renal, doença óssea que ocorre quando os rins não mantêm os níveis apropriados de fósforo e cálcio no sangue.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Como forma de amenizar as consequências da doença, Martins, que também é coordenadora do setor de nutrição da Fundação Pró-Renal Brasil, defendeu o uso da vitamina D. Porém, lembrou os efeitos colaterais que podem surgir com uso dessa vitamina. “O principal deles é a hipercalcemia, que é a elevação do nível de cálcio no sangue”, informa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Ao comentar sobre o fósforo alimentar, a nutricionista destacou os alimentos ricos nesse micronutriente, que devem ser evitados pelos pacientes renais em diálise. Entre eles, estão leite e substitutos, frutas secas, gema do ovo, leguminosas e oleaginosas, sementes e farelos, chocolate, cerveja e vinho, refrigerantes colas e produtos industrializados, como requeijão. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">“Ao considerarmos a dieta do paciente renal, devemos enfatizar a importância dele selecionar alimentos com a menor relação fósforo-proteína. É ideal conhecermos os hábitos alimentares dos pacientes. Para alcançar o objetivo de restringir fósforo na dieta, o paciente renal deve evitar mudanças drásticas em seus hábitos alimentares e no seu estilo de vida”, afirma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Medicamentos</span></strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> - Durante a miniconferência, Martins referiu-se ao uso de quelantes de fósforo. Segundo ela, esses medicamentos também contribuem para controlar o hiperparatireoidismo, a </span><span style="font-family: Arial;">osteodisfrofia renal e reduzir as calcificações vasculares. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">“O quelante de fósforo é um medicamento que se junta ao fósforo da alimentação, no intestino, e evita que ele seja absorvido pelo corpo. Porém, o sucesso depende da habilidade do paciente em entender e aderir à dieta restrita em fósforo e ao uso do quelante”, comenta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Em relação às doses de quelante, que devem ser ingeridas pelos pacientes, a nutricionista disse que elas dependem da quantidade ingerida de fósforo, proveniente dos alimentos. Segundo Martins, a quantidade de fósforo que um quelante adere pode ser alterada de acordo com o tipo da dieta, as interações com outros medicamentos ou nutrientes e os horários em que o quelante é usado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">“O quelante de fósforo deve ser tomado em todas as refeições e lanches. Para dar tempo do medicamento se grudar no fósforo da comida, é essencial que seja tomado junto com as refeições”, acrescenta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Educação</span></strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> – No evento, Martins ainda ressaltou a necessidade do profissional trabalhar com a educação e o monitoramento constante do paciente para que o controle do fósforo realmente ocorra e o </span><span style="font-family: Arial;">hiperparatireoidismo seja evitado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">“É nossa função educar e monitorar se o paciente está fazendo o tratamento de forma adequada. Todas as estratégias educacionais devem ser intensificadas e continuamente repetidas para esse objetivo”, diz. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;">Ela lembrou que o nutricionista e toda a equipe profissional têm a tarefa de conscientizar e educar o paciente sobre o assunto. “N</span><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">ão existe maneira de controlar o fósforo sérico se o paciente não aprender que ele tem que se automedicar. Pois é ele quem sabe quando e quanto de fósforo está ingerido”, conclui a nutricionista.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"><em>Por André Franco</em></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutocristinamartins.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=143</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
